LOBA
Um espaço pra postar o que a vida me levar
quarta-feira, 22 de junho de 2011
Sonhos e Premonições sob o prisma do Budismo.
Tenho escrito pouco aqui. Vontade de escrever não falta.
Esta semana estava lendo uma matéria budista sobre a importância dos sonhos e premonições. Deixa eu explicar: faço parte de uma organização não governamental que pratica o Veradeiro Budismo de Nitiren Dashonin - a BSGI - uma ong não governamental de criação de valores humanos que propaga a Paz, Cultura e Educação através do budismo. A SGI (Soka Gakkai Internacional) já está em 192 países e territórios, sendo praticada por pessoas preocupadas com a Paz Mundial.
Aqui no Brasil temos duas publicações que nos coloca em contato com as orientações de nosso Mestre, Dr. Daisaku Ikeda, que são o nosso Jornal Brasil Seikyo (BS) e nossa revista Terceira Civilização (TC). Esta matéria que irei transcrever aqui tem como fonte a TC de nº 474 e 475.
Segue:
Aqui no Brasil temos duas publicações que nos coloca em contato com as orientações de nosso Mestre, Dr. Daisaku Ikeda, que são o nosso Jornal Brasil Seikyo (BS) e nossa revista Terceira Civilização (TC). Esta matéria que irei transcrever aqui tem como fonte a TC de nº 474 e 475.
Segue:
Sonhos e Premonições
Sonhar com algo que ainda vai ocorrer; prever fatos; ver espíritos; passar por um local no qual nunca esteve e ter a sensação de que já o conhece. Diversas pessoas relatam ter vivido alguma dessas experiências. Por isso, muitas perguntam: O que são sonhos? Qual a visão budista sobre premonições?
Esse tema, de fato, é bastante complexo. Apesar de a Psicologia e a Ciência desenvolverem estudos sobre essas questões, muitas pessoas buscam compreendê-las com base na religião que praticam.
De fato, existem pessoas que têm sensitividade ou percepção aguçada. Algumas visualizam acontecimentos rapidamente; enquanto outras, mesmo que ocorram na frente delas, não os percebem. É como o ato de enxergar â há quem enxergue bem, mais ou menos ou quase nada.
Além disso, não se pode desconsiderar o vínculo afetivo entre as pessoas. Mesmo distantes esses indivíduos estabelecem contato pelo inconsciente. Isso não tem nada de sobrenatural, é algo comum. É possível uma pessoa prever algum acontecimento na vida de outra não por ser vidente, mas justamente devido a esse vínculo afetivo. Muitas vezes, isso ocorre no sonho por ser o momento em que a mente descansa e, então, abre espaço para manifestar o que está em seu inconsciente.
Quando uma pessoa se encontra em baixos estados de vida, ou dominada pela escuridão fundamental, não consegue ter um único momento de tranquilidade; mesmo durante o sono, parece não ter sossego.
Dormir é uma atividade durante a qual fundimos nossa vida com o Universo e nos reabastecemos com uma vasta energia vital. Eis por que é importante estar em harmonia com o ritmo da vida e do Universo.
Nós, muitas vezes, consideramos sonhos e premonições como manifestações incomuns, pois compreendemos os acontecimentos só com base no consciente. Porém, temos o inconsciente, que age totalmente na consciência, mas não percebemos a manifestação dele tão claramente. Quando conseguimos compreender o inconsciente, de fato, percebemos muitas situações que estão além do que enxergamos apenas no momento presente.
Esse é, justamente, o objetivo da prática budista. Ao recitarmos Nam-myoho-rengue-kyo, purificamos os seis órgãos sensoriais: olhos, ouvidos, nariz, língua, pele e mente. Assim, podemos ver, ouvir e sentir todos os fenômenos existenciais com base na sabedoria do estado de Buda. Essa sabedoria não é algo sobrenatural, mas um nível de consciência que nos possibilita compreender essencialmente cada fato da vida.
De nada adianta desenvolver uma percepção aguçada, prever acontecimentos se a pessoa não puder fazer nada para mudar o futuro. Isso, provavelmente, provocará sofrimento ou sentimento de impotência.
Na perspectiva budista, ao falar de premonições, pode-se traçar um paralelo com a Lei de Causa e Efeito. Para qualquer acontecimento, há uma causa que gera um efeito. Se tivermos consciência das causas que realizamos em cada momento, certamente poderemos prever o futuro, conforme esta famosa frase do Sutra Contemplação da Mente-Solo citada por Nitiren Daishonin em “Abertura dos Olhos”:
“Se deseja saber que causas foram feitas no passado, observe os resultados que se manifestam no presente. E se deseja saber que resultados serão manifestados no futuro, observe as causas que estão sendo feitas no presente.”
Na “Tese Sobre o Estabelecimento do Ensino Correto Para a Paz da Nação” (Risho Ankoku Ron), Daishonin tentou alertar as autoridades da época para os desastres e as calamidades que a nação sofreria por contrariarem o ensino correto. Exatamente tudo o que o Buda escreveu na Tese veio a ocorrer na época.
Seriam premonições ou a compreensão profunda da Lei de Causa e Efeito? Acredito que seja a segunda opção.
O sobrenatural está completamente fora dos ensinamentos budistas. Aprendemos no budismo o conceito de místico, que significa algo além da compreensão, mas não que seja sobrenatural.
A mente humana é certamente misteriosa; é capaz de criar e projetar qualquer evento. Por isso, é essencial viver com base na prática budista para tornar-se mestre da própria mente, em vez de permitir que ela o domine, conforme escreveu Nitiren Daishonin em “Carta a Guijo-bo”. Se agirmos dessa forma, compreenderemos que temos nas mãos o poder para transformar o veneno em remédio, e não nos deixaremos levar por pressentimentos negativos ou pensamentos pessimistas.
Então, espero que tenham gostado. Em breve postarei outros pontos sobre o budismo.
Abraços,
Fernanda Lobo.
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
A Cartomante - minhas cenas no YouTube
http://www.youtube.com/watch?v=bRq-pyEg7c0
Este é o link das minhas cenas de A CARTOMANTE, curta-metragem da obra de Machado de Assis, adaptado para o Festival Ver e Fazer Filmes 2008. Prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante.
Este é o link das minhas cenas de A CARTOMANTE, curta-metragem da obra de Machado de Assis, adaptado para o Festival Ver e Fazer Filmes 2008. Prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante.
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
J F SABOR em Juiz de Fora
Vale a pena conferir quem estiver por Juiz de Fora.
Abraços e degustem à vontade!
Cláudia e Ele - um amor quase impossível
Hoje falei com ele...
Telefonei ofegante, com medo do que viria.
- Alô...
- Oi, quem é? Cláudia?
- Oi, liguei pra saber se você está bem.
- Estou bem, como os mesmos problemas de sempre...
- Ontem não consegui falar com você. Dormi cedo. Deixei uma mensagem pra você...
_ Ah, eu vi hoje cedo no msn...
Ele estava (online escondido no) offline, me viu e não me chamou para conversar. Se não quer nada comigo, por que insisto, meu Deus? - Penso eu no instante, quando ele me disse, que leu meu recado.
Pensei por que ainda procuro esse amor sem nexo, sem retorno, pingando de longe uma carícia, uma palavra que não vem do jeito que quero... Um retorno que não acontece.
Pegunto a mim mesma por que somos inseguras em novas conquistas. Sei lá.
_ Então é isso... Só liguei pra saber como você está, pois ontem disse que estava chateado.
_ Tá tudo bem. Estou no trabalho. De noite a gente se fala. Você está com uma voz triste. Não quero ver você triste. Não fica triste, tá?
- Tá. (Monossilábica e terrivelmente triste respondia) Então de noite... (Minha voz embargada, já escapando um choro sufocado de descaso de um amor mal resolvido, de tantos que existem por aí.)
_Beijos... (E ele desligou).
Fico pensando nele e choro. Ouvir sua voz já foi bom...
Mas que coisa é essa de paixão à distância. Loucuras da carência humana, via internet. E olha que nos conhecemos, somos da mesma cidade e ele mais velho 9 anos que eu. E vem aqui neste fim-de-semana, dizendo vir ver a mãe e à mim.
Diante de tal circunstância, meus nervos se movem querendo leveza e vou buscar os textos-poesia de Lya Luft, pra dizer em meu nome, o que eu, na amargura do desdém, não consigo escrever.
Canção das mulheres - Lya Luft
Que o outro saiba quando estou com medo, e me tome nos braços sem fazer perguntas demais.
Que o outro note quando preciso de silêncio e não vá embora batendo a porta, mas entenda que não o amarei menos porque estou quieta.
Que o outro aceite que me preocupo com ele e não se irrite com minha solicitude, e se ela for excessiva saiba me dizer isso com delicadeza ou bom humor.
Que o outro perceba minha fragilidade e não ria de mim, nem se aproveite disso.
Que se eu faço uma bobagem o outro goste um pouco mais de mim, porque também preciso poder fazer tolices tantas vezes.
Que se estou apenas cansada o outro não pense logo que estou nervosa, ou doente, ou agressiva, nem diga que reclamo demais.
Que o outro sinta quanto me dóia idéia da perda, e ouse ficar comigo um pouco - em lugar de voltar logo à sua vida.
Que se estou numa fase ruim o outro seja meu cúmplice, mas sem fazer alarde nem dizendo ''Olha que estou tendo muita paciência com você!''
Que quando sem querer eu digo uma coisa bem inadequada diante de mais pessoas, o outro não me exponha nem me ridicularize.
Que se eventualmente perco a paciência, perco a graça e perco a compostura, o outro ainda assim me ache linda e me admire.
Que o outro não me considere sempre disponível, sempre necessariamente compreensiva, mas me aceite quando não estou podendo ser nada disso.
Que, finalmente, o outro entenda que mesmo se às vezes me esforço, não sou, nem devo ser, a mulher-maravilha, mas apenas uma pessoa: vulnerável e forte, incapaz e gloriosa, assustada e audaciosa - uma mulher.
Sou essa mulher, Cláudia de pseudônimo, como tantas Marias da vida.
Espero ansiosa por esta noite, ou não, na fuga, dormir mais cedo para não dar tempo do sofrimento chegar.
Quem sabe volto aqui pra relatar uma outra esperança, feliz, condizente com o que busco.
Até...
Telefonei ofegante, com medo do que viria.
- Alô...
- Oi, quem é? Cláudia?
- Oi, liguei pra saber se você está bem.
- Estou bem, como os mesmos problemas de sempre...
- Ontem não consegui falar com você. Dormi cedo. Deixei uma mensagem pra você...
_ Ah, eu vi hoje cedo no msn...
Ele estava (online escondido no) offline, me viu e não me chamou para conversar. Se não quer nada comigo, por que insisto, meu Deus? - Penso eu no instante, quando ele me disse, que leu meu recado.
Pensei por que ainda procuro esse amor sem nexo, sem retorno, pingando de longe uma carícia, uma palavra que não vem do jeito que quero... Um retorno que não acontece.
Pegunto a mim mesma por que somos inseguras em novas conquistas. Sei lá.
_ Então é isso... Só liguei pra saber como você está, pois ontem disse que estava chateado.
_ Tá tudo bem. Estou no trabalho. De noite a gente se fala. Você está com uma voz triste. Não quero ver você triste. Não fica triste, tá?
- Tá. (Monossilábica e terrivelmente triste respondia) Então de noite... (Minha voz embargada, já escapando um choro sufocado de descaso de um amor mal resolvido, de tantos que existem por aí.)
_Beijos... (E ele desligou).
Fico pensando nele e choro. Ouvir sua voz já foi bom...
Mas que coisa é essa de paixão à distância. Loucuras da carência humana, via internet. E olha que nos conhecemos, somos da mesma cidade e ele mais velho 9 anos que eu. E vem aqui neste fim-de-semana, dizendo vir ver a mãe e à mim.
Diante de tal circunstância, meus nervos se movem querendo leveza e vou buscar os textos-poesia de Lya Luft, pra dizer em meu nome, o que eu, na amargura do desdém, não consigo escrever.
Canção das mulheres - Lya Luft
Que o outro saiba quando estou com medo, e me tome nos braços sem fazer perguntas demais.
Que o outro note quando preciso de silêncio e não vá embora batendo a porta, mas entenda que não o amarei menos porque estou quieta.
Que o outro aceite que me preocupo com ele e não se irrite com minha solicitude, e se ela for excessiva saiba me dizer isso com delicadeza ou bom humor.
Que o outro perceba minha fragilidade e não ria de mim, nem se aproveite disso.
Que se eu faço uma bobagem o outro goste um pouco mais de mim, porque também preciso poder fazer tolices tantas vezes.
Que se estou apenas cansada o outro não pense logo que estou nervosa, ou doente, ou agressiva, nem diga que reclamo demais.
Que o outro sinta quanto me dóia idéia da perda, e ouse ficar comigo um pouco - em lugar de voltar logo à sua vida.
Que se estou numa fase ruim o outro seja meu cúmplice, mas sem fazer alarde nem dizendo ''Olha que estou tendo muita paciência com você!''
Que quando sem querer eu digo uma coisa bem inadequada diante de mais pessoas, o outro não me exponha nem me ridicularize.
Que se eventualmente perco a paciência, perco a graça e perco a compostura, o outro ainda assim me ache linda e me admire.
Que o outro não me considere sempre disponível, sempre necessariamente compreensiva, mas me aceite quando não estou podendo ser nada disso.
Que, finalmente, o outro entenda que mesmo se às vezes me esforço, não sou, nem devo ser, a mulher-maravilha, mas apenas uma pessoa: vulnerável e forte, incapaz e gloriosa, assustada e audaciosa - uma mulher.
Sou essa mulher, Cláudia de pseudônimo, como tantas Marias da vida.
Espero ansiosa por esta noite, ou não, na fuga, dormir mais cedo para não dar tempo do sofrimento chegar.
Quem sabe volto aqui pra relatar uma outra esperança, feliz, condizente com o que busco.
Até...
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
TELA VIVA NO CINE EDGAR neste dia 6 de Setembro às 19 horas
Todos estavam perguntando como assistir aos filmes realizados no Festival Ver e Fazer Filmes 2010.
Os realizadores farão o evento TELA VIVA no Cine Edgard nesta segunda, dia 6 de setembro, véspera do aniversário de Cataguases e a entrada é franca.
Para a maioria das pessoas que não assistiu esta é uma excelente oportunidade.
Boa sessão!
Os realizadores farão o evento TELA VIVA no Cine Edgard nesta segunda, dia 6 de setembro, véspera do aniversário de Cataguases e a entrada é franca.
Para a maioria das pessoas que não assistiu esta é uma excelente oportunidade.
Boa sessão!
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| Divulgação do Tela Viva |
terça-feira, 31 de agosto de 2010
Churrasco no DIA DOS PAIS
As saudades do papai e Eduardo, da vovó Noêmia, vovô Luiz, tios e tias... todos aqueles que fazem parte da nossa história e já se foram... Essa saudade só se ameniza quando os amigos estão conosco.
Luiz os convidou e festejamos juntos o dia dos pais.
Faltou minha irmã Cristina e sua família.
Vamos ao vídeo:
Luiz os convidou e festejamos juntos o dia dos pais.
Faltou minha irmã Cristina e sua família.
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| Sérgio, Bárbara e Ina (Crstina) |
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